Conforme destaca o empresário e fundador Aldo Vendramin, os biofertilizantes vêm ganhando destaque como uma das principais inovações no manejo agrícola moderno, especialmente diante dos desafios relacionados à sustentabilidade, ao custo dos insumos tradicionais e à necessidade de aumento contínuo da produtividade. A agricultura contemporânea exige soluções que conciliem desempenho econômico, conservação dos recursos naturais e estabilidade produtiva no longo prazo, e os biofertilizantes surgem exatamente nesse ponto de convergência.
Conheça como soluções naturais estão redefinindo o equilíbrio entre eficiência agrícola e sustentabilidade.
Como os biofertilizantes atuam no solo e nas plantas?
Os biofertilizantes atuam principalmente por meio da atividade biológica, estimulando processos naturais que favorecem a disponibilidade e o aproveitamento de nutrientes pelas plantas. Microrganismos como bactérias e fungos promovem a solubilização de fósforo, a fixação biológica de nitrogênio e o aumento da absorção de micronutrientes, tornando o sistema mais eficiente.

No solo, esses insumos contribuem para o equilíbrio microbiológico, melhorando a estrutura física, a retenção de água e a ciclagem de nutrientes. De acordo com Aldo Vendramin, um solo biologicamente ativo tende a ser mais resiliente a estresses climáticos, compactação e degradação, o que impacta diretamente a estabilidade produtiva ao longo das safras.
Nas plantas, os biofertilizantes estimulam o desenvolvimento radicular, o crescimento vegetativo e a tolerância a estresses bióticos e abióticos. O resultado não se limita ao aumento de produtividade, mas também à melhoria da uniformidade, do vigor e da eficiência no uso de insumos.
Por que os biofertilizantes estão associados à produtividade sustentável?
A produtividade sustentável depende da capacidade de produzir mais sem comprometer os recursos que sustentam o sistema agrícola. Nesse sentido, os biofertilizantes se destacam por reduzir a dependência exclusiva de fertilizantes minerais, cujo custo e impacto ambiental têm aumentado significativamente.
Ao melhorar a eficiência do uso de nutrientes, esses insumos permitem otimizar doses, reduzir perdas por lixiviação ou volatilização e minimizar impactos sobre o solo e a água. Segundo o empresário Aldo Vendramin, isso se traduz em ganhos econômicos e ambientais, criando um ciclo mais equilibrado entre produção e conservação.
Como integrar biofertilizantes ao manejo agrícola de forma estratégica?
A adoção de biofertilizantes exige planejamento técnico e integração ao manejo já existente. Eles não devem ser encarados como soluções isoladas, mas como parte de um programa que considera análise de solo, escolha de culturas, rotação, manejo de resíduos e uso racional de fertilizantes químicos.
A definição do tipo de biofertilizante, da forma de aplicação e do momento adequado depende das características do solo, da cultura e do objetivo produtivo. Quando bem posicionados, esses insumos potencializam práticas já adotadas, ampliando seus efeitos positivos.
Por fim, outro ponto relevante enfatizado por Aldo Vendramin, é o acompanhamento dos resultados. Indicadores agronômicos, análises periódicas e avaliação de produtividade permitem ajustar o manejo e maximizar os benefícios. A integração bem-sucedida transforma os biofertilizantes em aliados permanentes da gestão agrícola.
Autor: Silvye Merth

