Segundo o especialista Alex Nabuco dos Santos, o processo de aquisição de um imóvel em 2026 começa muito antes da primeira visita física, ocorrendo majoritariamente em ambientes virtuais que oferecem autonomia e rapidez ao consumidor. Continue a leitura e veja que a jornada não é mais linear; ela é composta por múltiplos pontos de contato digitais, onde a qualidade da informação e a facilidade de navegação determinam se o potencial cliente avançará ou não no funil de vendas.
O início da pesquisa e a descoberta na jornada digital do comprador de imóveis
Atualmente, o ponto de partida de quase todas as transações imobiliárias é o motor de busca. O comprador moderno inicia sua busca por termos genéricos relacionados à localização e ao perfil do imóvel, filtrando opções através de portais especializados e redes sociais. Conforme Alex Nabuco dos Santos, a presença digital orgânica e paga é o que garante que uma incorporadora seja “descoberta” nesse oceano de informações. O empresário indica que o cliente gasta, em média, de três a seis meses apenas na fase de maturação e pesquisa online, comparando preços, lendo avaliações e assistindo a vídeos sobre o desenvolvimento urbano das regiões de interesse.
Ferramentas de imersão e o papel da tecnologia na tomada de decisão
Uma vez selecionadas as opções favoritas, a jornada entra em uma fase de imersão tecnológica. O uso de realidade aumentada, tours virtuais em 360 graus e visualização de plantas em 3D permite que o interessado filtre suas escolhas sem sair de casa. Como indica o especialista Alex Nabuco dos Santos, essas ferramentas de visualização reduzem drasticamente o número de visitas presenciais improdutivas, otimizando o tempo tanto do comprador quanto do corretor. O especialista ressalta que a possibilidade de “decorar” o imóvel virtualmente ou ver a vista exata da janela do 15º andar, antes mesmo da obra começar, é o que consolida o desejo de compra no novo cenário imobiliário.

A desburocratização e o fechamento do negócio em ambiente virtual
O fechamento da venda é, historicamente, a fase mais complexa e lenta do mercado imobiliário devido ao volume de documentos. No entanto, a digitalização trouxe soluções como a assinatura eletrônica e o envio de documentos via plataformas criptografadas, eliminando a necessidade de idas sucessivas a cartórios. Como destaca Alex Nabuco dos Santos, a segurança jurídica dessas transações digitais é garantida por tecnologias de blockchain, que conferem autenticidade e imutabilidade aos contratos. O empresário ressalta que a facilidade em resolver a parte burocrática pelo computador ou tablet aumenta a taxa de conversão final, reduzindo a ansiedade típica do momento da assinatura.
Pós-venda e a continuidade da experiência digital
A jornada não termina com a assinatura do contrato. No mundo digital, o pós-venda é onde se constrói a fidelização e a reputação da marca. Aplicativos de gestão de obra, onde o comprador pode acompanhar a evolução da construção através de fotos e relatórios mensais, são ferramentas indispensáveis para manter a confiança. Como frisa Alex Nabuco dos Santos, o cliente atual quer estar próximo de cada etapa, mesmo que à distância. O especialista reforça que a oferta de um canal digital eficiente para chamados de assistência técnica e personalização de acabamentos mantém o engajamento do proprietário em alta durante todo o período de espera pelas chaves.
A jornada digital do comprador de imóveis é um ecossistema complexo que exige uma mudança de mentalidade das empresas do setor. Não se trata apenas de “ter um site”, mas de oferecer uma solução ponta a ponta que respeite a inteligência e o tempo do consumidor. As incorporadoras que conseguirem mapear cada clique e cada dúvida de seus clientes, transformando esses dados em melhorias no atendimento, serão as líderes do mercado nos próximos anos. O futuro do mercado imobiliário é digital, humano e altamente personalizado, onde a tecnologia serve como a ponte que une o sonho da casa própria à realidade de uma transação segura e moderna.
Autor: Silvye Merth

